Em tempos de tanta rapidez em espalhar notícias via Google, Instagram, entre tantas outras formas mais eficazes de promover acesso à informações de todos os tipos, não consigo enxergar um futuro promissor para revistas.
Antes desse era digital estamos vivenciando e que nos atingiu como um tsunami as revistas e jornais faziam um bom serviço em contar as fofocas do momento, ou as roupas que estavam em alta em cada temporada do ano, como também oque acontecia no mundo político entre tantas outras assuntos, mas o mundo tem mudado de forma rápida e avassaladora, hoje em dia basta um clique de qualquer lugar do mundo com acesso à internet para que achemos qualquer coisa sobre a busca desejada.
Outra questão que me faz acreditar em um futuro sem revistas é pela conscientização ecológica e econômica que as novas gerações estão trazendo para a atualidade, porque gastar dinheiro e desmatar árvores para conseguir informações que você pode obter de outra maneira e que não agride seu bolso nem o ambiente em que vive?!
A geração tecnológica tem seus lados negativos que não é o que propus a discutir aqui, mas uma coisa é certa, no sentido de propagação de informação ela veio pra mudar e pra ficar.

Com certeza as revistas impressas vão deixar de existir e junto com elas as bancas. Este mobiliário urbano já está sendo abandonado em vários municípios, ou mudando de função. Já vendem roupas, brinquedos. Um São Paulo uma delas virou uma livraria de livros de artista e fotolivro, chama-se Banca Curva. Vale a visita
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