Consumo slow – Marcas Locais

Ultimamente estamos vivendo em uma sociedade que começou a abrir os olhos para uma vida menos imediatista e para os impactos naturais, levando uma vida mais sustentável e respeitando o tempo de cada coisa.

Esse novo pensamento se reflete na maneira de consumir os produtos disponíveis no mercado, optando por marcas slow, que não tem uma grande produção acelerada, respeitando o trabalho manual e o tempo em que é produzido, preferindo também consumir de marcas locais com esse proposito.

Consumir de marcas locais contribui com a economia do município, podendo gerar mais empregos na região e colaborando com um estilo de mercado mais justo e natural, que proporciona produtos com preço justo e qualidade.

As produções locais abrangem diversos setores, é importante começar a consumir mais do mercadinho do bairro, de produtores orgânicos, de feiras de rua, de moda, arte e etc.

Fonte: https://curitibaspace.com.br/feiras-de-curitiba/

Atualmente existem feiras de produtores locais pelas cidades, que unem produtores locais de vários segmentos em um evento aberto ao público, onde artesanato, moda, música, ilustração, gastronomia e outros encantam o público.

FEIRA DO IRAJÁ EM RIBEIRÃO PRETO
Foto: Milena Aurea / A Cidade https://www.acidadeon.com/GFOT,0,3,17876,Feira+do+Iraja+em+Ribeirao+Preto.aspx

Outro fator importante a ser analisado é a facilidade de estar em contato com o produtor, seu método de trabalho, quais são as condições de trabalho dos funcionários e quem realmente faz o produto que chega até você.

Muitas pessoas ainda estão no ritmo acelerado, consumindo a todo vapor, mas esse ritmo tende a diminuir se levarmos em conta as discussões sobre sustentabilidade e estilo de vida mais leve.

Precisamos rever nossos conceitos e consumir o que está mais perto da gente!

Mariana de Paula

Capa do Post: Antony Holdsworth / Fonte: https://deniseludwig.blogspot.com/2013/08/arte-em-pinturas-de-feirantes.html?m=1

Um comentário sobre “Consumo slow – Marcas Locais

  1. Avatar de Leda Braga

    Uma das coisas que entendo que vá mudar depois do Coronavirus é finalmente enxergar os mercadinhos próximos, o comércio local, os pequenos produtores. Esse será um bom efeito colateral.

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