Um blog feito pelas alunas do curso de Moda, do Centro Universitária Moura Lacerda, campus de Ribeirão Preto. Esse é um espaço que tem como intuito trazer observações sobre os acontecimentos e comportamentos que abrangem a sociedade em geral.
Olá leitoras, hoje vou conversar com vocês sobre violência doméstica, algo que sofremos tanto mas que agora com o isolamento social chegou a aumentar e piorar em até 50% em alguns estados brasileiros. As vítimas, agora presas com seus agressores, tem muito mais dificuldade em fugir ou buscar ajuda, além do convívio diário causar ainda mais agressões. Se você está passando por isso, peça ajuda, você não está sozinha!! Ligue 190 da polícia civil e o Disque 180. Você, cara leitora, que não passa, fique atenta a suas amigas, familiares e conhecidas, qualquer rede de apoio pode ajudar nesses momentos.
Alguns sinais que podem ajudar a identificar uma vítima que sofre de qualquer tipo de abuso são: a pessoa vive com roupas compridas, não fala muito sobre seu relacionamento e se você pergunta ela foge do assunto, se isola da família e amigos, não faz mais o que gosta ou costumava fazer, você percebe ela perdida dela mesma, aérea e sempre triste. Durante a pandemia, faça ligações de vídeo, olhe ao redor, perceba se não tem nenhum móvel quebrado, se quando o parceiro se aproxima ela não apresenta sinais de medo ou quer logo desligar a ligação, seja atenta para qualquer sinal que pode ajudar tantas mulheres a sair dessa realidade desumana. O ditado “em briga de homem e mulher ninguém mete a colher” é uma inverdade e deve ser deixado de lado, vamos nos unir e apoiar umas as outras para que possamos ser tratadas com o respeito e dignidade que merecemos. Agora vou anexar aqui para vocês o vídeo “Call” que o Instituto Maria da Penha junto com as agências de publicidade F.biz e Vetor Zero fizeram para conscientizar mulheres que sofrem violência doméstica ,principalmente nesse período de quarentena, e para quem esta do lado e pode se tornar uma rede de apoio.
No cenário atual, muito tem se ouvido falar em questões de higiene. Lave as mãos. Passe álcool em gel. Desinfete os objetos.
Por causa da pandemia, já é de conhecimento geral que o mais importante é fazer uma boa higienização e ficar em casa para combater o COVID-19. O mais interessante disso tudo é que questões higiênicas sempre nos foram ensinadas desde crianças, mas talvez não estivéssemos pondo em prática efetivamente até o momento que isso se fez imprescindível.
Limpeza em casa, em estabelecimentos e lugares públicos sempre foi cobrado, no entanto, muitas questões de limpeza não eram lembradas ou consideradas desnecessárias em certas ocasiões. Afinal, certos itens como máquinas de cartão, bebedouros, chaves, maçanetas de portas, entre outros, deveriam receber diariamente uma limpeza com mais atenção? Por mais que quem estiver lendo, responda sim, não era bem assim que acontecia.
foto: freepik.
Atualmente, questões e hábitos de higienização são essenciais para passarmos por essa fase tão complicada e triste que assolou o mundo todo. Elas vieram a ser lembradas e cobradas de forma mais minuciosa e que mesmo pós pandemia, provavelmente marcará e mudará os hábitos de muitas pessoas, até porque fungos, bactérias e vírus são passados para outras pessoas a partir de toques, espirros, má higienização das mãos, de lugares e objetos. É algo que está constante em nossas vidas, mas que nunca refletimos tão seriamente como agora.
foto: freepik.
A rotina e hábitos de milhares de pessoas já vem mudando, as pessoas vem se importando mais com coisas simples e eficazes como lavar as mãos com mais frequência, desinfetar objetos que vieram de outros lugares, dar maior atenção para detalhes que antes não tinham tanta importância e isso continuará após esse período, porque já sabíamos e agora mais ainda temos em mente que uma boa higiene é uma das melhores formas de combater muitas doenças e não só a que estamos passando agora.
Com a pandemia mundial que estamos vivendo, cogita-se uma mudança em todos os setores do mercado, desde o modo de trabalho até outros costumes que virão, entre eles, aposto nas novas prioridades que surgirão na arquitetura e design de interiores.
Acredito que quando essa pandemia chegar ao fim, o mundo que encontraremos será diferente. As pessoas vão passar a se preocupar mais com detalhes que antes eram despercebidos, e hoje, fazem falta no cotidiano da quarentena.
Na área de arquitetura e design de interiores, acredito que a potencial mudança será com a afinidade de ter ambientes próprios, que antes não eram pensados com frequência na maioria dos projetos, seja pelo aspecto cultural e/ou social, são exemplos:
Hall de entrada: acredito que no mundo pós pandemia, será um espaço pensado com maior frequência no Brasil, um lugar onde quem entra pode colocar seus pertences, como casacos e sapatos, para assim uma maior higienização.
Cômodo para home office: Muitas pessoas não possuíam um lugar próprio para eventuais home offices, e que por conta do cenário atual, tiveram que criar um espaço improvisado. Acredito que o mercado de trabalho e o modo com que exerceremos os trabalhos a partir desse cenário passarão por mudanças, e este, será um cômodo chave nos eventuais projetos futuros.
Quartos infantis interativos: o famoso EAD está sendo um dos maiores desafios para estudantes e professores na quarentena, e esse desafio aumenta quando os alunos são crianças, que dependendo da idade, não conseguem entender o motivo de isso estar acontecendo. Os pais estão tendo que encontrar maneiras para que a criança permaneça na frente do computador durante as aulas online, e também que cumpra as atividades no prazo certo, decorrente disso, penso que um quarto onde a criança tenha um espaço para realizar suas tarefas e brincadeiras será uma boa alternativa para eventuais situações como essa que estamos.
Com isso o sentimento de medo por comprar qualquer coisa online diminuiu, pois agora com o mundo em quarentena a maioria das pessoas preferem pedir suas encomendas pela internet e recebe-las em casa, do que se dirigir ao lugar para comprar, levando em consideração que para adquirir alguns produtos de determinadas empresas a única opção é fazer compra online. E podemos notar então uma evolução que levaria anos para ser levada em consideração, foi tida como uma explosão onde quando percebemos a maior opção de vendas era na internet.
Fonte: Pinterest
Foi então que empresas quebraram suas cabeças para terem o melhor site/e-commerce, ter o melhor marketing digital e muitas empresas surgiram apenas na internet e levaram o nome de empresas fantasmas por não terem um endereço físico. O serviço de drive-thru nos já conhecemos no mundo alimentício, mas você já imaginou que lojas de roupas, acessórios e muitas outras estão fazendo esse sistema para melhor atender seus clientes? Funciona assim, você entra em contato com a loja pela internet, e encomenda as suas peças, o vendedor separa e você passa para pagar e retirar, e se não vestir bem você pode efetuar a troca, isso sem descer do carro.
Fonte: Pinterest
Podemos perceber que dessa maneira o mundo está girando para um cenário mais confortável, onde você compra sem sair de casa, onde você não precisa descer do carro para comprar, e as apostas de tendências para que esse sistema de comércio continue pós-pandemia são grandes, pensando que quando a quarentena acabar e os seres humanos puderem sair de casa, passear em shopping, restaurantes, museus, show e diversos outros lugares vão procurar por uma vida mais aconchegante, roupas confortáveis que não apertam que pareçam com pijamas e roupas de ficar em casa, e para isso uma forma de atrair o cliente é destinar um lugar na sua loja, no seu espaço de eventos, shoppings entre outros para ambientar de força que seja aconchegante e que faça a pessoa entender que aqui também tem um lugar confortável para ele se sentar e se sentir no sofá de casa.
Fonte: Freepik
Além disso uma aposta para quando todo mundo voltar a sair de casa é que mesmo assim continuem comprando pela internet, muitas vezes por destinar seu tempo para o serviço, para o bem-estar e deixar as comprar para serem feitas online, por terem se acostumado e criado uma confiança. E também por não precisarem destinar um tempo grande para essa aquisição. Muitas pessoas ainda vão ter muitos trabalhos, e seu tempo ainda vai ficar escasso com seus afazeres do dia-a-dia, mas nada impede que na sua hora de almoço o marketing de uma loja te atingir e você encomendar algumas peças de roupas, comprar online, passar depois do serviço para pegar e levar para casa onde você pode experimentar tranquilamente no seu conforto. Contudo aposto que essa explosão da internet na sociedade vai além da pandemia e se estenderá abrindo portas para um novo jeito de viver, conversando com a minha psicologa pude perceber isso quando ela me falou que muitos pacientes não eram atendidos faz um tempo pois faltavam dos seus horários por não terem como se locomoverem até o consultório e com toda certeza ela falou que quado passar a pandemia e voltar para o consultório vai dar essa opção para os pacientes de atender virtualmente e presencial, essa é uma notável mudança no mundo com o COVID-19.
Devido os atuais acontecimentos fica difícil não abordar a pandemia nas previsões e apostas para o futuro, já que por ser o nosso presente afeta diretamente todas as áreas da humanidade.
No dia em que me encontro escrevendo esse post, soube por meio de uma publicação via Instagram do Centro Universitário Moura Lacerda, que o Museu da Frida Kahlo inaugurou uma exibição digital em seu site durante o período de isolamento social. (Link da Publicação)
Com essa informação recente resolvi pesquisar mais sobre essa prática e acredito que seja um assunto pertinente para expor por aqui, é uma tendência que está se instalando por diversos museus e galerias por causa da pandemia e que eu particularmente aposto que acarretará em novas oportunidades de conteúdo online pós-pandemia, visto que consegue disponibilizar o acesso dos materiais para mais pessoas no mundo.
De acordo com o site ARTE!BRASILEIROS, em um post em que falam sobre a agenda do mundo da arte na pandemia (link do post), alguns museus e exposições aderiram ao virtual, como a Bienal de Sidney na Austrália, a Art Basel Hong Kong na China e o Castello di Rivoli na Itália.
No Brasil alguns museus também intensificaram o seu conteúdo online no isolamento social, pelas próprias plataformas e redes sociais, como o MON – Museu Oscar Niemeyer que com a hashtag #monemcasa disponibiliza em seu instagram oficinas do setor educativo, que antes era presencial, por meio de recursos de vídeo, assim como diversos outros conteúdos.
O Museu Casa de Portinari, possui um tour virtual para quem quiser conhecer o museu mesmo estando em casa e agora que está fechado para visitação presencial, passou a disponibilizar atividades de interação por meio de suas redes sociais.
Todos nós sabemos que a pandemia “teletransportou” o mundo para um futuro não tão distante, fomos obrigados a mudar hábitos e nos enquadrar em alguns que ainda estavam sendo inseridos no nosso cotidiano lentamente.
Neste momento tão delicado que o mundo inteiro está vivendo, nós conseguimos nos ver em um mundo que só era realidade nos filmes de ficção, hoje a medicina tem um grande aliado contra o combate do Covid-19. Em alguns países a medicina tem o auxílio de robôs e inteligência artificial para combater a pandemia.
Estão sendo utilizados robôs de tele presença para ter os primeiros contatos com pacientes em hospitais, para fazer triagens, e auxiliar no contato virtual dos pacientes infectados com os familiares, também tem a ajuda dos robôs para fazer esterilização de hospitais, através de raios UV.
O que podemos esperar desses desenvolvimentos que a pandemia nos trouxe, será que os robôs se tornaram cada vez mais comuns para nós?
A conhecida doença da beleza não é um assunto de hoje, mas já são um assunto de saúde pública e cada vez mais afetam crianças. A rejeição pelo próprio corpo acontece pelo contato precoce das crianças com as redes sociais e seus influencers, onde a criança associa prestígio e sucesso à magreza e juventude.
Entretanto esse problema não é apenas desenvolvido pela internet, mas também está dentro de casa, quando os pais se auto avaliam se julgando gordo, feio, flácido, etc. As crianças absorvem essa negatividade e transmitem em si, refletindo os pensamentos dos pais sobre os valores na relação de seus corpos.
Os atos diários que nem percebemos como dizer “Nossa, você emagreceu, como está linda!” pode levar a criança a ter problemas na alimentação, ou então viver constantemente em um lar onde a dieta é algo comum.
Como fazer para não transmitir insegurança para as crianças?
Para isso os pais e responsáveis devem avaliar sua própria relação com a imagem corporal para se for o caso, buscar ajuda profissional. Deve se ter cuidado de não obrigar a criança a ter uma dieta restritiva antes da adolescência. Isto é, a criança deve crescer com uma alimentação balanceada e a prática de exercícios para que esse vire um hábito saudável, diminuindo o tempo online.
Caro leitor, o post de hoje começa com uma pergunta fundamental dirigida a você, como está lidando com o isolamento e a mudança de rotina diária que tínhamos antes da pandemia?
Se a resposta for que você está desanimado e improdutivo, não se cobre, pois é completamente compreensível, mas tente ver toda essa questão do vírus e principalmente do isolamento como uma oportunidade, agora pode ser um ótimo momento para buscar se conhecer da forma mais íntima possível. Se permita experimentar coisas novas, e que não precise da companhia de ninguém, se aventure na yoga, meditação, leia um livro que há muito não tinha tempo pra ler, beba um vinho somente com você mesmo ou seu animal de estimação, entre tantas outras formas que te conectam com sua essência, e que bonito isso, o mundo nunca para, mas de certa forma ele parou para nos dar um tempo de ressignificar coisas e pessoas, e porque não tirar disso uma lição linda e um profundo amor e entendimento de nós mesmos?
Com as pessoas que podem, isoladas em casa, esse processo de se conhecer, que já estava acontecendo de uma forma lenta, mas que agora está ainda mais intensificado, permite um olhar diferente para coisas consideradas pequenas, como um abraço em quem amamos ou um pôr do sol pela janela do apartamento, como também ter consciência dos nossos quereres vindo da alma, do nosso ser puro, nossa essência.
Quando tudo voltar aos eixos, nós não seremos os mesmos, e tenho certeza que, de todo esse sofrimento, pode-se tirar algo bom. Acredito que vamos sair de toda essa situação, melhores, tanto pros outros como para nós mesmos, e isso será refletido em todo o planeta.
Milhares de pessoas estão buscando cada vez mais formas de entretenimento para se distrair nessa quarentena causada pela pandemia do COVID-19. Dessa forma, os jogos de vídeo-games se tornaram ainda mais atrativos nesse cenário atual e um dos jogos lançados mais recentemente nesse ano foi o Animal Crossing: New Horizons exclusivo do Nintendo Switch, que ganhou muito destaque, sendo bem aceito e desejado como uma maneira prazerosa de distração.
O jogo traz uma ilha deserta que pode ser explorada, decorada e personalizada de acordo com a preferência de cada jogador. Além de estimular a criatividade, é possível jogar online, visitando ilhas de outras pessoas e até mesmo, conversar e trocar objetos, roupas e acessórios. O próprio personagem pode ser personalizado e ter um guarda roupa com vários looks e pode até mesmo criar seus designs.
Foto do site: nintendo.pt
Por ter ganhado tanto destaque e ter ferramentas que permitem exercitar a imaginação, grandes marcas famosas da indústria da moda se aliaram ao jogo, para produzir coleções de roupas digitais para serem inseridas no universo do Animal Crossing a partir de QR codes.
No instagram, Marc Jacobs anunciou essa parceria levando para o jogo seis peças de roupas favoritas da marca.
Essa iniciativa foi organizada pelo Animal Crossing Fashion Archive (ACFA) e é possível que os jogadores usem essas peças de roupas em seus personagens e para isso só precisam desbloqueá-las usando os códigos na loja de roupas chamada ‘’Able Sister’’, dentro do jogo. Esses códigos foram disponibilizados pelas próprias marcas em seus Instagrans e Twitters.
Todas as peças foram reimaginadas para o universo de Animal Crossing, já que há um uso limitado de cores e formas, além da baixa qualidade gráfica que dificulta a produção de peças com tantos detalhes visíveis e reais, até porque essa não é uma plataforma para verificar a qualidade de costuras e acabamentos, mas sim de divertimento, trazendo para os jogadores a satisfação de terem peças que carregam o nome de grandes marcas. Sobretudo, mesmo sendo roupas para um jogo e que não demonstra suas qualidades reais, não exclui a atenção e preocupação das marcas em fazer um trabalho notável, além do mais, essa é uma forma de divulgar seus nomes e trabalhos no atual momento dessa pandemia.
Uma sessão de fotos e vídeo também foi realizada com as peças de roupas disponibilizadas, colocadas em personagens criados no jogo para servirem de modelos digitais.
Essa aproximação entre designers de moda com o mundo gamer, ainda mais nesse cenário atual, é uma forma interessante e inteligente de fazer divulgação e trazer divertimento. Sabemos que o mercado gamer cresce cada vez mais e aliados as mudanças que estamos passando ultimamente, pode ser que vejamos outras grandes marcas, principalmente do mundo da moda, entrando nesse novo universo como meio de continuar ganhando destaque. Com os desfiles cancelados, essa oportunidade veio como uma nova perspectiva para trazer à tona suas coleções. Podemos imaginar que esse tipo de marketing digital, possa a vir se tornar mais comum com o passar do tempo.
Fernanda Goulart.
Fontes:
As informações foram retiradas do instagram das marcas Marc Jacobs e Maison Valentino e das seguintes matérias:
Diante dessa nova fase em que o mundo está passando, reinventar é a solução. Em um mundo onde estamos em constante afeto, onde temos contato com outras pessoas todos os dias, o distanciamento social tem sido um dos monstros dessa quarentena, afinal estamos em um momento delicado.
Para conseguirmos vencer esse estágio, as pessoas tem se reinventado. Economicamente, vendendo produtos caseiros, produzindo máscaras de tecido, vendendo marmitas, doces e bolos, mas também estão se inovando em suas casas, onde estão passando toda parte dos dias. Organizando o que deixávamos para “amanhã” a tanto tempo, aprendendo novas línguas, novos pratos, criando conteúdos, porém ainda falta aquele toque mais humanizado.
Com plataformas como Instagram,YouTube, muitas pessoas estão se divertindo com as famosas lives. O que antes era um campo desconhecido, onde somente famosos e influencers utilizavam, hoje estamos democratizando tal ação.
FreePik
Encontros com amigos sem sair de casa, shows particulares daquele seu cantor preferido, papos e conversas sobre tudo e qualquer coisa, estão sendo possíveis, e mesmo que todo esse crescimento seja por conta da Pandemia (Covid-19), creio que quando tudo se normalizar, alguns atos, rotinas e pensamentos irão continuar e esses encontros e lives, ficarão por mais tempo em nosso meio de comunicação.
FreePik
Por muito tempo não valorizamos o toque humano, e como a proximidade das pessoas nos faria falta, e são nestes pontos em que acordamos. Onde não podemos ir a shows que amamos, onde o Rei Roberto Carlos não pôde sair em sua sacada receber suas homenagens de seus fãs, onde desfiles e espetáculos foram cancelados, a LIVE, como a própria tradução já diz, é o novo jeito de VIVER. E após toda essa reinvenção, e novos hábitos, permanecerá muito de todo esse aprendizado!