A conhecida doença da beleza não é um assunto de hoje, mas já são um assunto de saúde pública e cada vez mais afetam crianças. A rejeição pelo próprio corpo acontece pelo contato precoce das crianças com as redes sociais e seus influencers, onde a criança associa prestígio e sucesso à magreza e juventude.
Entretanto esse problema não é apenas desenvolvido pela internet, mas também está dentro de casa, quando os pais se auto avaliam se julgando gordo, feio, flácido, etc. As crianças absorvem essa negatividade e transmitem em si, refletindo os pensamentos dos pais sobre os valores na relação de seus corpos.
Os atos diários que nem percebemos como dizer “Nossa, você emagreceu, como está linda!” pode levar a criança a ter problemas na alimentação, ou então viver constantemente em um lar onde a dieta é algo comum.

Como fazer para não transmitir insegurança para as crianças?
Para isso os pais e responsáveis devem avaliar sua própria relação com a imagem corporal para se for o caso, buscar ajuda profissional. Deve se ter cuidado de não obrigar a criança a ter uma dieta restritiva antes da adolescência. Isto é, a criança deve crescer com uma alimentação balanceada e a prática de exercícios para que esse vire um hábito saudável, diminuindo o tempo online.
Gabrielly Carreiro.
