A saúde física sempre foi um ponto de grande cuidado, e é notável um aumento quanto aos cuidados em relação a ela, mas e quanto a saúde mental e psicológica?
O momento crítico no qual nos encontramos, e o confinamento, pode acarretar certos comportamentos e situações de extrema tensão, gerando certos infortúnios em nossas vidas.

O conceito de tratar a saúde psicológica era marginalizado há alguns anos atrás. Esse termo, e a preocupação com a saúde psicológica, começou a crescer e ser tratada com mais respeito e importância à poucos anos, quem frequentava psicólogo ou psiquiatra era tido como louco. Felizmente, esse pensamento tem mudado e cada vez mais as pessoas estão recorrendo à profissionais especializados e procurando alternativas e atividades para melhorar suas saúde mental e psicológica.
Estamos em um momento crítico e preocupante, com a pandemia e o isolamento social, esse confinamento pode desencadear doenças sérias, ou agrava-las, e que precisam ser tratadas. Depressão, ansiedade, TOC, síndrome do pânico, entre várias outras, são doenças que até não muito tempo atrás eram tidas como “frescuras”, porém são transtornos extremamente sérios e que atrapalham a vida e o rendimento das pessoas que sofrem dessas doenças. Esses transtornos atrapalham de diversas maneiras a vida de uma pessoa, dificultando o rendimento em suas atividades, no seu convívio social, em seu sono, alimentação, podendo repercutir no físico, como gastrite, enxaqueca, insônia e outros.

Nesse momento, onde todos estão olhando mais para a saúde física e tendo o devido cuidado com ela, haverá um aumento em relação à preocupação com a saúde psicológica e mental, e quando o confinamento acabar e as coisas voltarem ao normal, a busca por profissionais da área terá um aumento considerável, pois as pessoas vão enxergar o quão sério são e que recorrer a ajuda profissional é essencial. Essa consciência é extremamente importante, e felizmente está sendo levada com a devida importância.
Clara Kekis
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