Como sabemos, o mundo muda a cada geração que cresce e, com isso, o mercado e todas as relações mudam em seu conforme. O novo consumidor e o novo empresário busca por novas posturas dentro do âmbito social e profissional.
A nova geração do mercado preza por relações mais verdadeiras, mais humanas. E assim, chegamos ao título: a nova geração procura por empatia. São os chamados “guardiões da empatia” pela WGSN Brasil.

No dicionário, empatia é uma palavra de origem grega e significa ter a habilidade de entender a necessidade do outro. É sentir o que uma pessoa está sentindo, se colocar no lugar dela, é ver o mundo pela sua perspectiva. Ter a sensibilidade de ouvir alguém na essência e entender seus desconfortos, alegrias, ver suas conquistas e se alegrar, ver suas tristezas e compreender. De modo geral, a empatia é a capacidade que uma pessoa tem de vivenciar a dor e a alegria de outra, mesmo que a ligação entre elas não seja tão forte.
A empatia passará a ser via-de-regra não só nas relações interpessoais, mas também nas relações mercadológicas. A nova geração tende a exigir das empresas que trabalham e/ou consomem uma postura maior de empatia, ou seja, vão exigir das empresas uma postura de priorizar pessoas à lucros.

E como isso pode ser vantajoso para uma empresa?
As pessoas estão prezando mais por uma empresa que trata de seus meios de produção e mercado de forma transparente, que tenha uma comunicação para com os seus consumidores e público-alvo de modo claro. Quando as empresas se posicionam independente do impacto que pode causar no seu lucro, pode ser uma manobra arriscada para o empresário, porém, tem o poder de fidelizar os clientes que compartilham dos mesmos valores da marca ou empresa.
A nova geração cansou do sistema desigual e que trata pessoas como apenas números e resultados. Esse pensamento está a se extinguir, o trabalho não será mais um local de pressão e que exige resultados e prazos. A nova era do trabalho, será um ambiente mais moderno, o qual preza pelo bem estar de seus funcionários e também consumidores.
Carolina Barbano